sábado, 20 de março de 2010

FRISCO SERÁ PROPAGANDA NO CALDEIRÃO DO HUCK

O refresco Frisco, criado na década de 90 pela Arisco quando a empresa era controlada pelo empresário João Alves de Queiroz Filho, praticamente sumiu do mercado depois que a marca foi comprada pela Unilever. Agora, depois de onze anos sem investimentos, o Frisco voltará a brigar por um mercado hoje liderado pela Kraft com as marcas Tang e Fresh. A marca foi adquirida no ano passado pela empresa de café Santa Clara, com forte presença no Nordeste, Minas Gerais e Rio de Janeiro e acaba de inaugurar uma fábrica com capacidade para produzir 600 toneladas de refresco por ano. Até agora, a produção vinha sendo feita pela Unilever e não chegava às 200 toneladas. Além da fábrica, a Santa Clara vai investir cerca de 15 milhões de reais em campanhas de marketing para reativar a marca. Uma das ações será o patrocínio ao quadro Soletrando do programa de Luciano Huck na Globo.

FONTE: PORTAL EXAME

segunda-feira, 15 de março de 2010

LULA OFENDE GRAVEMENTE O POVO ISRAELENSE NO PRIMEIRO DIA. OU: ELE QUER SER O CHEFE DA “ONU DO B”

Esse é o cara mesmo, sabe, já acho que o Obama disse isso mas foi em tom de ironia. O presidente Obama é um homem muito inteligente e tem em sua equipe pessoas que podem dissecar a vida de qualquer ser humano e é claro que antes de conversar com o Molusco ele quiz saber com quem estava lidando.
Pois bem, o CARA continua dando as suas pelo mundo afora e fazendo nós aqui passar vergonha, desta vez foi o povo Israelense, será mesmo que ele sabe o que diz? Os aloprados que o acompanha, no caso o ventríloquo, fala e o boneco só abre a boca, e lá vai porcarias com o selo Nacional, isso me envergonha, veja o comentário do Reinaldo Azevedo sobre o assunto:

Algo estranho acontece
Anotem aí: algo estranho está em curso. Tenho a impressão de que andaram soprando feitiçarias aos ouvidos de Lula. Há quem diga que ele poderia até ser um candidato a secretário-geral da ONU. Pré-Cuba e, a se manter a decisão, pré-Israel, era uma idéia um tanto megalômana, mas não absurda. Agora, Lula ficou do tamanho de suas escolhas. Quem, com um mínimo de responsabilidade, confiaria nele?

Não sei, não… Seus feiticeiros podem andar com idéias esquisitas. Na solenidade de fundação da tal comunidade de países da América Latina e do Caribe, Lula já desceu o sarrafo nas Nações Unidas. Uma “OEA do B”, sem EUA e Canadá, parece pouco para suas ambições. Talvez esteja sonhando é com uma “ONU do B”, um Foro de São Paulo de alcance planetário, fazendo-se porta-voz de países e movimentos que decidiram resistir aos EUA e à Europa Ocidental.

Só uma ambição destrambelhada como essa explica a sucessão de absurdos a que Lula se dedica. Lembrem-se de que ele não compareceu à posse do “direitista” Sebastián Piñera no Chile. Lula justifica a sua posição pusilânime sobre Cuba afirmando que não quer se imiscuir nos assuntos internos do país. Sua recusa em participar da solenidade no túmulo de Herzl, se mantida, é muito mais do que uma “interferência no assunto interno de um país”. Trata-se de uma ofensa a um povo, não a um governo.

Agora o mundo já sabe. Esse é o “estadista global” de Davos.


ECCE HOMO!!!
Tá vendo? e agora? queremos isto?

domingo, 14 de março de 2010

SINTO VERGONHA DE MIM...

Sinto vergonha de mim, sou parte integrante da geração que mais sofreu em nossa pátria por liberdade, por democracia e livre opinião, sou obrigado a publicar aqui o mais puro sentimento de um verdadeiro patriota ao qual me incluo, graças aos autores: Cleide Canton e Rui Barbosa, eis abaixo a indignação:


Sinto vergonha de mim
por ter sido educador de parte desse povo,
por ter batalhado sempre pela justiça,
por compactuar com a honestidade,
por primar pela verdade
e por ver este povo já chamado varonil
enveredar pelo caminho da desonra.

Sinto vergonha de mim
por ter feito parte de uma era
que lutou pela democracia,
pela liberdade de ser
e ter que entregar aos meus filhos,
simples e abominavelmente,
a derrota das virtudes pelos vícios,
a ausência da sensatez
no julgamento da verdade,
a negligência com a família,
célula-mater da sociedade,
a demasiada preocupação
com o "eu" feliz a qualquer custo,
buscando a tal "felicidade"
em caminhos eivados de desrespeito
para com o seu próximo.

Tenho vergonha de mim
pela passividade em ouvir,
sem despejar meu verbo,
a tantas desculpas ditadas
pelo orgulho e vaidade,
a tanta falta de humildade
para reconhecer um erro cometido,
a tantos "floreios" para justificar
atos criminosos,
a tanta relutância
em esquecer a antiga posição
de sempre "contestar",
voltar atrás
e mudar o futuro.

Tenho vergonha de mim
pois faço parte de um povo que não reconheço,
enveredando por caminhos
que não quero percorrer...

Tenho vergonha da minha impotência,
da minha falta de garra,
das minhas desilusões
e do meu cansaço.
Não tenho para onde ir
pois amo este meu chão,
vibro ao ouvir meu Hino
e jamais usei a minha Bandeira
para enxugar o meu suor
ou enrolar meu corpo
na pecaminosa manifestação de nacionalidade.

Ao lado da vergonha de mim,
tenho tanta pena de ti,
povo brasileiro!


***

"De tanto ver triunfar as nulidades,
de tanto ver prosperar a desonra,
de tanto ver crescer a injustiça,
de tanto ver agigantarem-se os poderes
nas mãos dos maus,
o homem chega a desanimar da virtude,
a rir-se da honra,
a ter vergonha de ser honesto".

(Rui Barbosa)

quarta-feira, 10 de março de 2010

DILMA É A CONTINUAÇÃO DO GOVERNO LULA?

Com este título, passamos a analizar o que queremos realmente para o futuro de nossa pátria.
O Estado de São Paulo http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u704750.shtml , publicou e o Reinaldo Azevedo comentou e eu republico por amar minha pátria e achar que quanto mais divulgado melhor:

Meus caros,
Decidi manter este post no alto da página. As manchetes de Folha e Estadão vieram no tom correto. No Estadão: “Lula defende regime cubano e compara dissidente a criminoso” Na Folha: “Lula compara preso político de Cuba aos bandidos de São Paulo”

*

“Temos de respeitar a determinação da Justiça e do governo cubanos de prender as pessoas em função da legislação de Cuba, como quero que respeitem a do Brasil”.

É a forma que a “autodeterminação dos povos” tomou no discurso de Lula. A questão nada irrelevante é que este “respeito” implica mais do que a convivência pacífica com uma tirania: implica mesmo a sua defesa. Eis o governo que anseia por um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU. Resisto sempre a apelar aos extremos da ignomínia quando analiso a fala e a ação de políticos contemporâneos porque, diante daqueles, as barbaridades ora perpetradas acabam parecendo menores. Mas, nesse caso, acho pertinente porque Lula expressa o que parece ser um norte moral de seu governo. E isso explica o seu apoio incondicional ao Irã, por exemplo.

Imaginem Lula como o presidente do Brasil nas décadas de 30 e 40 do século passado. Quando lhe dissessem que na Alemanha — e, depois, nos países ocupados — judeus eram presos, confinados em guetos, assassinados, o valente diria: “Temos de respeitar a determinação da Justiça e do governo da Alemanha de prender as pessoas em função da legislação da Alemanha, como quero que respeitem a do Brasil”. Getúlio, outro grande herói das nossas desditas, chegou bem perto disso, é verdade.

E, se a fala poderia ter servido para justificar o totalitarismo nazista, então é útil para endossar qualquer horror, porque todos os outros tenderão a ser menores.

Da questão mais geral, uma consideração de lesa humanidade, para a questão específica:
“Eu acho que greve de fome não pode ser utilizada como um pretexto dos [da luta por] Direitos Humanos para libertar pessoas. Imagine se todos os bandidos que estão presos em São Paulo entrarem em greve de fome e pedirem liberdade”.

Pois é… Penso na gritaria que vigaristas estão fazendo no Brasil, distorcendo de maneira miserável, pilantra, safada, a fala do senador Demóstenes Torres (DEM-GO), que se limitou a lembrar fatos históricos sobre o escravismo e o tráfico negreiro. A essa altura, as franjas do partido na USP — onde há mais comunistas do que em Pequim — já devem ter sido convocadas para a guerra. Preparem-se! Tentarão associar os que combatem as cotas ao fascismo, ao golpismo, à terrível “direita”. E não! Não virão com fatos. Tentarão jogar contra “os reacionários” a sua suposta superioridade moral, como fez um certo Marcos Nobre num artigo que esculhambei aqui. Uma superioridade assentada sobre milhões de cadáveres.

Penso na canalha que sai por aí defendendo o Programa Nacional-Socialista dos Direitos Humanos, aquele que prevê censura à imprensa em nome da defesa do que essa gente vagabunda entende por humanismo. Penso na sua gritaria em favor da revisão da Lei de Anistia, tentando fazer a história voltar para trás, como se já não bastasse a santificação de notórios terroristas — creio que a indenização para alguns deles tenha sido dada segundo o número de homicídios que carregam nas costas…

Todos eles são, sem dúvida, muito humanos, muito generosos, preocupadíssimos com as liberdades públicas. E, por isso mesmo, esses farsantes não emitirão um pio sobre as barbaridades ditas por Lula, que retratam a degradação da política externa brasileira, que atinge, assim, baixezas nunca antes alcançadas nestepaiz.

E sabem por que o silêncio? Porque essa gente acredita que o governo cubano faz muito bem em prender os dissidentes, em torturá-los, em matá-los. ELES ESTÃO DIZENDO O QUE TERIAM FEITO NO BRASIL SE TIVESSEM VENCIDO. ELES ESTÃO DIZENDO O QUE ESPERAM QUE SE FAÇA NO BRASIL SE CONSEGUIREM, COMO PRETENDEM, ANIQUILAR A OPOSIÇÃO.

A anistia e os indecentes
Ora, só foi possível aprovar uma Lei de Anistia no Brasil porque o regime, afinal de contas, não era de esquerda. Ou me digam qual é a tradição do comunismo nessa área. Regimes comunistas caíram de podre, ou seus dirigentes foram vitimados por golpes internos, substituídos por outros tarados. No máximo, gangues que caíram em desgraça foram reabilitadas, mas jamais se operou o perdão político. Porque a “racionalidade” do partido nunca permitiu que isso acontecesse.

Essa canalha tenta achincalhar e extinguir a Lei de Anistia justamente porque, no seu modelo, não cabe uma “anistia”. Para os seus bandidos, ela considera que o perdão político é uma obrigação; para os bandidos dos outros, um privilégio inaceitável. Não é que essa gente se oponha, por princípio, ao crime, à violência, à tortura, à eliminação física do adversário. Considera que essas são ações inaceitáveis só quando elas colhem os seus sequazes. Mas é a prática que ela admite e defende quando se trata de enfrentar seus inimigos.

Por isso os indecorosos vão silenciar diante da fala de Lula, que compara presos políticos a bandidos comuns. Cuba não teria mesmo por que indagar o Brasil sobre os seus encarcerados porque não há presos de consciência por aqui. Na ilha, há. E aos montes. Lula já tinha chegado ao esmero de acusar o dissidente Zapata pela própria morte. Agora, compara um preso político a um assassino ou traficante.

Eis “o cara” que assombra o mundo, o “estadista global” dos tontos de Davos, o homem do ano do “Le Monde” e do “El País”, o herói de certa “intelectualha” brasileira pela qual o meu desprezo, a cada dia, só faz aumentar. Silenciar diante da entrevista de Lula é ser conivente com os fanáticos homicidas do regime cubano e com a violência como princípio aceitável da política.
É ISSO QUE QUEREMOS? A DILMA AFIRMA QUE O GOVERNO DELA SERÁ A CONTINUAÇÃO DO GOVERNO LULA E AÍ?

TÁ DIFÍCIL

João Vaccari Neto, o tesoureiro do PT e homem da Bancoop, não vai ser mais o tesoureiro da campanha de Dilma Rousseff à Presidência da República. Em seu lugar, os petistas estudam ter um empresário ou mesmo, dizem, alguém do mercado financeiro.
Em suma, o PT busca o “Henrique Meirelles da tesouraria”. Como vocês se lembram, quando se tratou de buscar alguém “confiável” para o Banco Central, foi preciso recorrer a um nome fora do petismo.

Curiosamente — ou nem tanto, hehe —, o partido considera que não conta com um nome que tenha, vamos dizer, credibilidade para lidar com dinheiro. O partido está dizendo, em suma, que não existe na legenda alguém com reputação robusta o bastante que possa cuidar do caixa de campanha.

É claro que, na prática, trata-se de achar um nome para lavar o de Vaccari. Ou alguém aí acredita que este capa-preta do petismo, da CUT e do lulismo, amigo pessoal do chefão, vai se abster da tarefa de arrecadar dinheiro para a candidatura e decidir o modo de gastá-lo? Acreditar nisso corresponde a ignorar a natureza do PT, da CUT e de Lula.


Mas não deixa de ser curioso. Os petistas sabem que, em matéria de grana, falta-lhes, assim, aquela figura reconhecida pelo público como de “ilibada reputação”.
Quem afirma isso é o Reinaldo Azevedo em seu Blog.

PALAVRÃO

A turma do PT não pode escutar o nome "Bancoop" que aos seus ouvidos soa como um tremendo palavrão ou foge dela como o diabo da cruz, ontem, 09/03/2010, Gabriela Guerreiro da Folha de São Paulo publicou a seguinte matéria:

A oposição apresentou nesta terça-feira requerimento à Mesa Diretora do Senado para que a Casa solicite auditoria ao TCU (Tribunal de Contas da União) nos recursos aplicados pela Bancoop (Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo).

De autoria do senador Álvaro Dias (PSDB-PR), o requerimento pede que o TCU investigue a aplicação de recursos dos fundos de pensão Previ (Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil), Funcef (Fundação dos Economiários Federais) e Petros (Fundação Petrobrás de Seguridade Social) na cooperativa, acusada de desvios de recursos com a suposta participação do tesoureiro do PT, João Vaccari Neto.

“Com o objetivo de preservar os recursos públicos aplicados pela União nos fundos de pensão, solicitamos que seja realizada auditoria para analisar a transparência da aplicação financeira das entidades de previdência pública já citadas na Cooperativa Habitacional dos Bancários”, afirmou Dias.

Segundo o tucano, o Ministério Público de São Paulo identificou “milhares de movimentações financeiras fraudulentas” na cooperativa que tinham como objetivo “ludibriar os cooperados que aplicavam suas economias em empreendimentos imobiliários”.

Para o senador Heráclito Fortes (DEM-PI), o governo federal tenta “jogar para baixo do tapete” escândalos que envolvem pessoas ligadas ao PT. “Ninguém tem nenhuma dúvida do uso partidário, do uso político, dos recursos, das organizações não-governamentais por parte de setores da vida partidária brasileira que procuram a maneira mais fácil de irrigar as suas movimentações político-partidárias e sempre recorrem a essas cooperativas ou a esses organismos não-governamentais”, afirmou.

Presidente da CPI das ONGS, Heráclito disse que vai tentar reunir a comissão para discutir o caso Bancoop. O democrata defendeu a quebra do sigilo da Bancoop para a investigação das denúncias. “Faço um apelo aos membros da CPI das ONGs, não importando a que partido pertença, para que se movimentem no sentido da quebra do sigilo”, afirmou.

Em defesa do governo, o senador Paulo Paim (PT-RS) disse que se houver indícios de irregularidades, o caso deve ser investigado. “Se houve um fato, um delito condenado pela sociedade, que se investigue, não importa o partido, e que se coloque na cadeia como fizeram em Brasília”, afirmou.

Petista

O promotor José Carlos Blat, do Ministério Público de São Paulo, investiga o suposto esquema de desvio de verba da Bancoop que teria a participação do tesoureiro do PT. De acordo com reportagem da revista “Veja” desta semana, o promotor analisou mais de 8.000 páginas de documentos do processo que envolve o desvio de recursos e concluiu que a direção da Bancoop movimentou R$ 31 milhões em cheques para a própria cooperativa. Esse tipo de movimentação é uma forma de não revelar o destino do dinheiro.

Segundo a denúncia, dirigentes da cooperativa teriam criado empresas fantasmas que prestavam serviços superfaturados e faziam doações não contabilizadas ao PT. Para Blat, há indícios de caixa dois, uma vez que os recursos repassados ao partido não constam dos registrados da Justiça Eleitoral.

Dias apresentou um segundo requerimento para que Blat seja convidado a depor na Comissão de Constituição e Justiça do Senado para falar sobre as denúncias. “torna-se imprescindível colher do Promotor de Justiça José Carlos Blat informações pertinentes ao caso, no intuito de auxiliar o Senado Federal em sua função fiscalizadora”, disse o tucano.
E mais uma vez o tesoureiro do PT está envolvido em escândalo. Que apurem tudo, que se passe a limpo mais um engodo que envolve o PT e que venha a tona toda essa poeira que já estava prontinha para ir abaixo do enorme tapete que tem o PT.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

ENGODO TERRIVEL

É terrível e insuportável as leviandades que a dilma propaga por todos os cantos que anda em notória campanha eleitoral, hoje (29/01/2010), em minas, participou de inauguração de gasoduto Paulínia-Jacutinga e mandou mais uma das suas leviandades, afirmou que não era ainda a candidata escolhida do PT, veja o que está publicado no portal G1:
A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, pré-candidata do PT à Presidência, afirmou nesta sexta-feira (29) que está cada vez mais próxima de assumir, publicamente, a disputa pela sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Questionada se já se considera a sucessora, Dilma respondeu: "Eu acho que o presidente tem de ter um sucessor à altura do governo dele. Eu gostaria muito que me escolhessem como essa sucessora. Não sou hoje."
Já penso que a brincadeira que surgiu na net dias atrás dizia que ela estava casada com o molusco pode ser verdade, se não, vejamos> O molusco diz abertamente que a sua candidata é a dilma e a Marisa Letícia Lula da Silva. a enganada, neste caso, não acompanha mais o molusco, procura notar que ninguém vê mais a Dona Marisa em companhia do molusco só a dilma. Meus amigos são tantas as leviandades dessa turma que se fosse enumerar aqui eu iria irritar voces, mas para desopilar, eu publico a baixo a certidão de casamento do molusco/dilma com direito a uma fotinha:

Que pose! lindos os pombinhos...

Eu perdoo o falsificador pois, em terra de sapo, de cócoras com ele!

PRODUTOS POLÍTICOS

Marina Silva nem precisava confirmar Guilherme Leal, um dos donos da Natura, como seu vice. Há tempos os dois fazem uma dobradinha, por assim dizer, verde: ela com a floresta, e ele, com os dólares. Não há mal nenhum nisso, é claro. Os empresários têm, mais do que o direito, o dever de participar da vida pública brasileira. Lula, em busca de confiança e respeitabilidade nos chamados “mercados”, foi buscar o bilionário José Alencar como vice. Marina tem Leal, também bilionário e também preocupado com o Brasil.

A escolha busca tirar da candidata verde a marca do exotismo alternativo, associando-a a um empresário muito bem-sucedido, que descobriu precocemente a mina de ouro que é o discurso ecológico — nem entro no mérito se o comprometimento é real ou não; dou de barato que seja. Cria-se, assim, uma espécie de divisão de trabalho: com ela, fica a ética da convicção, o credo, a ideologia, o evangelho da natureza, a utopia; com ele, a ética da responsabilidade, o mundo real, as dificuldades objetivas. Ela continuaria como mediadora de um mundo selvagem e edênico; ele, como mediador da selva metafórica das ambições mundanas.

A depender de como se conduza a campanha, a fórmula pode dar trabalho àqueles que são considerados os dois candidatos principais à sucessão de Lula: José Serra e Dilma Rousseff. A figura de Marina está centrada numa meticulosa construção: ela parece ser a política sem ambições, cuja atuação é nada além de missionária. Outros podem ter interesses inconfessáveis; ela não. Teria vocação puramente missionária.

Leal, o “capitalista” da turma, vem de um setor da economia que se apresenta como limpo, com seus xampus, sabonetes, cremes etc. Não traz a mácula do jogo pesado dos bancos, das empreiteiras e outros setores que dependem fortemente da regulação ou dos recursos oficiais. Se a Natura construísse hidrelétricas, portos e estradas ou negociasse títulos da dívida pública, talvez não pudesse construir essa imagem quase etérea, de um capitalismo que seria, antes de tudo, ético, dedicado a preservar a natureza, e só secundariamente dedicado ao lucro — o lucro que continua a ser o único motor capaz de gerar civilização, poesia e… pessoas dedicadas em preservar a natureza!

Se pensarmos bem, a composição obedece ao lançamento de uma linha de produtos da Natura. Juro que não estou sendo irônico — ocorre que a tarefa indeclinável do analista é… analisar! A empresa mistura produtos naturais, vindos de áreas de manejo controlado da floresta, com a química cosmética, e venda a esperança de, sei lá, cabelos mais macios, e pele mais suave e com menos rugas.

Marina também sai da floresta para se juntar à química do capital. O efeito seria um mundo com FONTE: BLOG DO REINALDO

O NEGÓCIO, BARRETÃO, E MONTAR A CARAVANA ROLIDEI…

Pois é… Ele está em busca de motivos para o fato de o filme ter naufragado. Acho curioso que ele não pense numa hipótese simples, corriqueira: a ruindade da obra. Um produtor experiente como ele sabe que, no cinema, nada substitui o diz-que-diz-que… E, máxima vênia, “diz que” o filme é ruim pra caramba! Aí o telespectador foge mesmo.

Um amigo que viu — ainda não paguei essa penitência — jura que a fita está indo é bem demais. E atribui esse fato à militância petista. Segundo ele, sem uma certa caridade ideológica ou a obrigação profissional (caso dele), é duro segurar a peteca até o fim.

Barretão sabe que não tem essa de lançamento errado, Avatar etc. Foram dois os erros principais:
a) O primeiro foi mesmo de expectativa. O filme mais caro da história do cinema brasileiro ambicionou ser o de maior bilheteria;
b) se a expectativa era essa, já expliquei em outro texto que a personagem teria de ser outra.

Tudo me faz crer — quando eu vir, digo se concordo com isso — que a personagem das telas não corresponde à personagem de verdade. O Lula que está lá, mesmo romanceado e já filtrado pela estética das novelas, é o intelectual orgânico da classe trabalhadora, o herói sem máculas, o predestinado, o que antevê o futuro, sempre muito sério, muito grave…

O Lula de verdade é bem mais macunaímico, né? É o cara que gosta de enchente porque não precisa trabalhar; é o sujeito que inaugura uma unidade popular de saúde e diz que até dá vontade de ficar doente só pra ser atendido ali; é o sujeito que se orgulha de não estudar…

Leram Memórias de um Sargento de Milícias? Não? Então leiam. É uma delícia! Lula é o Leonardo Pataca que deu certo. O chamado “povo” aprecia nele mais os aspectos picarescos de sua personalidade do que esse misto de realismo socialista com Glória Perez, que, parece, foi levado às telas.

E agora? O filme foi imaginado para seduzir platéias fora da órbita da militância petista. Está claro que ninguém está disposto em gastar alguns tostões a mais. O que fazer? Sugiro que Barretão se inspire em Cacá Diegues — ou em de seus filmes: Bye Bye Brasil. O negócio é montar a Caravana Rolidei e sair por aí, oferecendo o filme de graça. Ou quase. Ao fim da apresentação, Salomé e Lorde Cigano passam o chapéu.
FONTE: BLOG DO REINALDO

GOVERNO LULA FINANCIA BANDITISMO E SUBVERSÃO DA ORDEM CONSTITUCIONAL

O banditismo e a subversão da ORDEM CONSTITUCIONAL são promovidos e financiados pelo próprio governo. Leiam transcrição da reportagem levado ao ar pelo Jornal Nacional.
Invasor da Cutrale recebeu R$ 222 mil do Incra

O homem que incentivou a invasão da fazenda da Cutrale, uma das maiores fabricantes de suco de laranja do Brasil, assinou convênios com o Incra em nome de uma associação. O valor repassado chegou a R$ 222 mil. Essa associação acabou sendo considerada inadimplente pelo próprio Incra. E os supostos beneficiados pelo convênio não receberam benefício nenhum.

A Associação Regional de Cooperativa Agrícola da Reforma Agrária tem como endereço uma casa na cidade de Iaras, interior de São Paulo. Um dos diretores é Miguel da Luz Serpa, o homem que o Jornal Nacional mostrou, na quarta-feira (27), passando orientações sobre como deveria ser a invasão da fazenda da empresa Cutrale, em outubro passado.

“Esta é a quarta ocupação. E agora nós viemos para pelo menos dar prejuízo para eles”, diz Serpa em vídeo. O prejuízo ultrapassou R$ 1,3 milhão. Dois anos antes da invasão, Miguel Serpa, em nome da associação, assinou convênios com o Incra para receber verbas do governo federal. É o que mostram os documentos divulgados pela ONG Contas Abertas.

O convênio de R$ 180 mil foi assinado em outubro de 2007. O dinheiro foi repassado, mas o Incra não aprovou a prestação de contas por falta de documentação complementar e considerou a associação inadimplente. O segundo convênio, no valor de R$ 42 mil também foi assinado por Miguel, menos de um mês depois, e teria como objetivo capacitar trabalhadores rurais de um assentamento em Iaras. Desta vez, o Incra aprovou a prestação de contas.

Nossa equipe foi ao assentamento Zumbi dos Palmares, que seria o beneficiado por este segundo convênio. No local, vivem 248 famílias. No assentamento, cada lote tem seis alqueires. A maioria dos assentados vive de forma precária. Ao redor das casas, não há plantação. No solo, ainda estão os tocos que sobraram do corte das árvores, o que impede a plantação de lavouras. Um homem, há dois anos no assentamento, diz que não vive da terra e sim com o dinheiro da aposentadoria. Segundo ele, a capacitação prometida não chegou. “Nós não temos ajuda. Nós precisamos de ajuda, porque a terra do acampamento não tem condições”, denuncia o senhor.

E ele não é o único a reclamar: “Não tem como estar fazendo alguma coisa na terra. Mas a gente pegou o lote e a gente está feliz por isso, mas o que acontece é que a gente não tem condições de trabalhar e produzir”, fala uma assentada. Miguel Serpa está preso, suspeito de comandar invasões de terra e de interceptar produtos levados da fazenda da Cutrale. O advogado dele, Bruno Almeida, disse que não tem conhecimento sobre esses convênios e que vai procurar o cliente para ver se ele quer se manifestar.

A ONG Contas Abertas obteve os documentos dos convênios no Siafi, Sistema Integrado de Administração Financeira, da Secretaria do Tesouro Nacional. Os nossos repórteres tentaram ouvir o superintendente do Incra em São Paulo sobre o assunto. Em resposta receberam a informação de que nesta quinta-feira (28) não seria possível.
FONTE: BLOG DO REINALDO

FOI CASTIGO OU FOI A MANGUAÇA MESMO?

LULA DISSE EM PERNAMBUCO, ANTES DE PASSAR MAL, QUE “ATÉ DAVA VONTADE DE FICAR DOENTE” SÓ PARA SER ATENDIDO POR UNIDADE PÚBLICA DE SAÚDE. ACABOU NO HOSPITAL PORTUGUÊS, QUE É PRIVADO E UM DOS MELHORES DO BRASIL
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, como informam todos os sites noticiosos e não precisa ser repetido em detalhes aqui, já está bem, devidamente monitorado por aquilo que de melhor a medicina pode oferecer no mundo. E nós torcemos para que ele se recupere logo. Ao Lula que ficou doente, eu só desejo saúde e sorte. Ao Lula saudável, como sempre, recomendo que tire os pés do pântano do populismo.

Um dos itens da agenda de Lula, em Recife, ontem, estava ligada à área de saúde: a inauguração de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA). As pessoas se aglomeravam para ouvir o presidente — chegou a haver desmaios. Na ânsia de demonstrar que é um homem do povo, mandou ver: “Eu tava visitando a UPA, e eu quero dizer que ela tá tão bem-organizada, ela tá tão bem-estruturada QUE DÁ ATÉ VONTADE DE A GENTE FICAR DOENTE PARA SER ATENDIDO AQUI”. Pois é…

Lula passou mal e foi levado ao Hospital Português do Recife, um dos melhores e mais equipados do Brasil. E depois seguiu para São Paulo, onde é cuidado por um equipe de renome internacional. Segue o vídeo.

Tenho horror ao populismo. Digo com todas as letras: não acho que um presidente da República ou governador do Estado devam se tratar em unidades públicas de emergência, que não podem mesmo contar com todos os recursos que a medicina pode oferecer. Não porque eles “não sejam homens comuns” (como disse Lula a respeito de Sarney), mas porque uma doença grave de um governante ou mesmo a sua morte podem ter repercussão negativa na vida de milhões de pessoas.

Assim, é correto que o mandatário tenha à disposição o que há de melhor no setor. E é uma tarefa sua, indeclinável, fazer o possível para elevar as condições de atendimento na saúde pública — QUE VIVE UM CAOS NO BRASIL. Ponto parágrafo.

É preciso parar de tratar o povo como idiota ou como tutelado. A UPA, se e quando funcionar bem, será um benefício para os pobres. E Lula nunca botará os pés ali como paciente.

“Ah, Reinaldo, ele estava brincando…” É? Sem essa! Nos palanques, Lula divide o país entre “eles” (as elites) e “nós” (o povo). Chama “elite” a seus inimigos, ainda que mais pobres e menos poderosos do que ele próprio; chama “povo” a seus amigos, ainda que sejam alguns potentados da economia — muitos mamando nos subsídios e desonerações fiscais. Ele pode perfeitamente bem inaugurar uma unidade popular de saúde sem o apelo barato de que gostaria de ser atendido ali. Porque ele pertence à categoria dos que jamais serão atendidos ali. Quem recorre a essa linguagem não fala com o povo, mas com a platéia.

Segue íntegra de sua fala
“Eu (não?) quero ser o primeiro paciente dessa UPA aqui. Eu tava visitando a UPA, e eu quero dizer que ela tá tão bem-organizada, ela tá tão bem-estruturada QUE DÁ ATÉ VONTADE DE A GENTE FICAR DOENTE PARA SER ATENDIDO AQUI. Deus queira que nenhum de vocês, pelo menos hoje, precise ser atendido pela UPA, que vai começar a funcionar amanhã. Eu acho que aquela muiezinha que sofreu um desmaio já tá lá na UPA. Então, já começou a funcionar”

Governo não atinge meta para pagar dívida pública

Do Jornal Nacional:
A economia do governo para pagar os juros da dívida caiu, em 2009. Para conseguir atingir a meta de 2,5% do Produto Interno Bruto, foi preciso usar aquilo que os economistas chamam de artifícios contábeis.

O setor público fechou 2009 com o pior resultado nas contas, desde 2001. A economia do governo federal, estados e municípios para pagar os juros da dívida pública, o chamado superávit primário, não atingiu a meta estabelecida pelo próprio governo de 2,5% do PIB, tudo que é produzido pelo país, e foi de 2,06%, R$ 64,5 bilhões. Em 2008, o resultado foi de 3,5% do PIB.

Foi um resultado ruim, mas poderia ter sido pior. Para ficar dentro da meta, o governo usou várias manobras fiscais. Tirou da conta gastos com investimento e deu como certo o recebimento de dinheiro de ações que ainda dependem de decisão da Justiça.

O governo diz que o resultado se deve à crise, porque a arrecadação caiu e as indústrias receberam incentivos fiscais.

“Isso não se deu exclusivamente no Brasil, se deu no mundo inteiro. Até que no Brasil se deu com menor intensidade”, observa Altamir Lopes, chefe de departamento econômico do Banco Central.

Mas para o economista Adolfo Sachsida, o pior é a qualidade do gasto. Em 2009, os gastos com custeio, o funcionamento do governo passaram de R$ 105 bilhões. Enquanto os investimentos, que geram crescimento e emprego, ficaram em R$ 34 bilhões. Ele diz que é importante que a economia, para pagar a dívida, seja real sem truques contábeis. No ano passado, a dívida pública cresceu e chegou a 43% do PIB.

“Ficar dentro da meta significa que o estado brasileiro esta diminuindo a sua dívida, ou seja, que os nossos filhos, no futuro, vão pagar menos impostos” explica Sachsida.